Variedades

Donos da História

domingo, às 18h30
Dia 28 de maio

Horários alternativos: domingo, dia 28 de maio, às 3h; sábado, dia 3 de junho, às 18h30; e domingo, dia 4 de junho, às 18h

Walther Negrão é o homenageado

São 76 anos de vida. Mais de 50 dedicados à arte. Walther Negrão é jornalista, mas entrou para a televisão como ator, participando de teleteatros dos anos 1950. Em 1958, veio a estreia como autor na TV Tupi, escrevendo para o programa “Grande Teatro Tupi”. Nascido em Avaré, São Paulo, Negrão participa do “Donos da História” do dia 28 de maio, onde relembra vida e carreira.

Se tem uma marca em seus trabalhos, são as duplas inseparáveis que saem da ficção e caem no gosto do telespectador. Os mecânicos Shazan (Paulo José) e Xerife (Flávio Migliaccio) sugiram em 1972, na novela “O Primeiro Amor”, uma das produções de maior repercussão de Walther. O sucesso foi estrondoso e deu origem ao seriado “Shazan, Xerife & Cia” (1972). Outras parcerias de destaque criadas pelo novelista: Ciro (Cláudio Marzo) e Soró (Arnaud Rodrigues), em “Pão-Pão, Beijo-Beijo” (1983); e Pardal (Tony Ramos) e Gibi (Fernando Almeida), em “Livre Para Voar” (1984).

Mergulhado em um passado mais distante, especificamente em 1969, Negrão foi contratado pela Globo e contribuiu com Hedy Maia e Sérgio Cardoso na adaptação do romance “A Cabana do Pai Tomás”. No ano seguinte, veio sua primeira novela original na emissora: “A Próxima Atração”. Já em 1973, o autor escreveu a clássica “Cavalo de Aço”. Um ano depois, lançou “SuperManoela”, protagonizada por Marília Pêra e Paulo José. Nos anos 1980, uma lista de produções compõe o currículo dramatúrgico de Walther: “Chega Mais” (1980), “As Três Marias” (1980), “O Amor É Nosso” (1981), “De Quina pra Lua” (1985), “Direito de Amar” (1987), “Fera Radical” (1988) – que estreia 5 de junho no VIVA – e a icônica “Top Model” (1989), em parceria com Antonio Calmon. “Despedida de Solteiro” (1992), “Tropicaliente” (1994), “Anjo de Mim” (1996), “Era uma Vez…” (1998), “Vila Madalena” (1999), “Como uma Onda” (2004), “Desejo Proibido” (2007), “Araguaia” (2010), “Flor do Caribe” (2013) e a recente “Sol Nascente” (2016) completam a longa trajetória de novelas do autor na emissora.

Em 1991, estreou sua primeira minissérie na Globo: “O Sorriso do Lagarto”. Lançou mais duas, anos depois: “A Madona de Cedro” (1994) e “A Casa das Sete Mulheres” (2003) – com coautoria de Maria Adelaide Amaral. Experiente no que faz, Negrão também passou por emissoras como Record e TV Cultura.

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